sábado, 11 de setembro de 2010

Rascunho de uma música

Em carruagens fumegantes rodando sem sentido
Cai a noite e não temos pra onde ir
Em cada esquina há uma chance de sumir
Mas não vou correr porque só quero você aqui

Pulso acelerando ao te ver
Todas as fichas na mesa sem ter o que perder
Sangue correndo, sem haver chance pra mim ou pra você
A noite começou e o Sol não vai nem nascer

Mude a cada dia, a cada instante
Seja você... Um ser inconstante
Nada pode ser, como foi antes

Escolhas fáceis e intermináveis
Futuro garantido é uma viagem
Constante é só a impunidade
Nesse país que fizemos pra você

Não há volta pro crime feito
Nem perdão pro amor desfeito
Cada segundo é uma chance
De fazer o mundo, perfeito você

Mude a cada dia, a cada instante
Seja você... Um ser inconstante
Nada pode ser, como foi antes

Se a noite acaba o paraíso
Um mundo novo claro e conciso
Tudo é tão simples e sem perigo
Sem graça e previsível

É mais um dia e eu te amo
Tudo é calmo como um sonho
Mas se o dia acaba
A noite traz outros novos planos

Mude a cada dia, a cada instante
Seja você... Um ser inconstante
Nada pode ser, como foi antes

Ps.: Quem me conhece sabe duas coisas, uma q eu não toco nenhum instrumento musical, outra é que eu canto mal pra caramba, mas to indo prestar prova de concurso público então queria me expressar um pouco antes, se ficou ruim, já era!

Um comentário:

  1. Matheus Volpi, tive que te buscar aqui no blog! Você sumiu, não dá mais notícias. To preocupada, te adoro muito! Milena.

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